ROCK N´ROLL E REZENHAS

ROCK N´ROLL E REZENHAS

domingo, 16 de maio de 2010

mundo metal mais triste

Mensagem do Wendy Dio

Hoje meu coração está quebrado, Ronnie faleceu em 16 de maio 07h45. Many, many friends and family were able to say their private good-byes before he peacefully passed away. Muitos, muitos amigos e familiares foram capazes de dizer que sua vida privada adeus antes que ele faleceu pacificamente. Ronnie knew how much he was loved by all. Ronnie sabia o quanto era amado por todos. We so appreciate the love and support that you have all given us. Nós agradecemos muito o amor eo apoio que tem dado todos os nós. Please give us a few days of privacy to deal with this terrible loss. Por favor, nos dê alguns dias de privacidade para lidar com esta perda terrível. Please know he loved you all and his music will live on forever. Por favor, saibam que ele amava a todos e sua música viverá para sempre.

- Wendy Dio - Wendy Dio

Você pode deixar suas condolências no Facebook

terça-feira, 11 de maio de 2010

curiosidades sobre a copa


Nesta terça-feira, os brasileiros vão conhecer os nomes dos 23 atletas que, salvo algum problema de última hora, vão defender o único país pentacampeão mundial na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. E torcedores de clubes como Atlético-MG, Cruzeiro, Grêmio, Flamengo, Internacional, São Paulo e Santos estão na expectativa para saber se Dunga vai chamar jogadores que atuam por essas equipes. Diego Tardelli, Gilberto, Victor, Adriano, Kleberson, Kléber, Miranda, Neymar e Paulo Henrique Ganso são nomes cotados para figurar na lista.

E qual o clube brasileiro mais cedeu jogadores para a seleção desde o primeiro jogo da equipe, em 1914? O pesquisador Marcelo Leme de Arruda fez um estudo aprofundado das convocações e verificou que o Flamengo é o time com maior número de atletas cedidos ao selecionado: 117, contando partidas oficiais (contra seleções de outros países). No total do Fla, fazem parte campeões mundiais, como Dida, Joel, Moacir, Zagallo (58) e Brito (70).
Em segundo, está o Palmeiras, com 101 atletas. Vasco (96), São Paulo (94), Corinthians (90), Fluminense (87), Botafogo (79), Santos (73), Grêmio (57) e Cruzeiro (54) fecham o grupo dos dez primeiros.

Entre os clubes estrangeiros, Milan e Roma são os mais forneceram atletas que atuaram pela seleção, com 13 cada. Seguidos de perto por Real Madrid e Barcelona (12 cada). Até meados da década de 60, jogadores que atuavam no exterior não eram convocados para a seleção. Amarildo foi o primeiro a ser chamado para um Mundial – em 66, quando defendia o Milan. Mas acabou não atuando na Inglaterra por lesão.

Em caso de se considerar partidas não-oficiais (disputadas contra seleções regionais, clubes ou combinados), o Flamengo segue em primeiro (122 jogadores). Mas o Vasco sobe para o segundo lugar, com 106, à frente do trio de ferro paulista – Corinthians (103), Palmeiras (102) e São Paulo (96).
Mas o topo da relação muda se for considerado o número das participações dos atletas. O primeiro lugar passa a ser do São Paulo, com 932 atuações de jogadores que defendiam suas cores pela seleção brasileira. O Flamengo fica em segundo (840). E Botafogo sobe para terceiro, com 805.
Se levar em conta todos os jogos (incluindo os não-oficiais), o Alvinegro carioca, dos campeões mundiais Garrincha, Nilton Santos, Didi, Amarildo, Zagallo, Jairzinho, Paulo César Caju e Rogério, avança para o topo da lista, com 1.078 participações, superando São Paulo (1.009) e Flamengo (945).

Veja as listas dos 20 primeiros:

Jogadores cedidos para a seleção brasileira em jogos oficiais*
1. Flamengo - 117 jogadores
2. Palmeiras - 101
3. Vasco - 96
4. São Paulo - 94
5. Corinthians - 90
6. Fluminense – 87
7. Botafogo – 79
8. Santos - 73
9. Grêmio - 57
10. Cruzeiro - 54
11. Internacional - 52
12. Atlético-MG - 50
13. Portuguesa - 28
14. América - 27
15. Guarani - 15
16. Bangu - 14
17. Milan - 13
18. Roma - 13
19. Barcelona - 12
20. Real Madrid - 12

Jogadores cedidos para a seleção brasileira em jogos oficiais e não-oficiais*
1. Flamengo - 122 jogadores
2. Vasco - 106
3. Corinthians - 103
4. Palmeiras - 102
5. São Paulo - 96
6. Botafogo - 93
7. Fluminense - 93
8. Santos - 76
9. Grêmio - 58
10. Cruzeiro - 56
11. Internacional - 55
12. Atlético-MG - 50
13. América - 32
14. Portuguesa - 29
15. Guarani - 16
16. Bangu - 15
17. Roma - 14
18. Milan - 13
19. Barcelona - 12
20. Real Madrid - 12

Participações de atletas de clubes em jogos oficiais pela seleção:
1. São Paulo – 932 participações
2. Flamengo – 840
3. Botafogo – 805
4. Corinthians – 747
5. Santos – 742
6. Palmeiras – 730
7. Vasco – 700
8. Fluminense – 544
9. Cruzeiro – 389
10. Atlético-MG – 376
11. Internacional – 296
12. Grêmio – 266
13. Roma – 244
14. Real Madrid – 226
15. Milan – 211
16. Internazionale – 183
17. Barcelona – 178
18. Portuguesa – 178
19. Bayer Leverkusen – 174
20. Bayern München – 129

Participações de atletas em jogos oficiais e não-oficiais

1. Botafogo – 1.078 participações
2. São Paulo – 1009
3. Flamengo – 945
4. Corinthians – 877
5. Santos – 867
6. Palmeiras – 833
7. Vasco – 825
8. Fluminense – 675
9. Cruzeiro – 446
10. Atlético-MG – 425
11. Internacional – 335
12. Grêmio – 291
13. Roma – 253
14. Real Madrid – 238
15. Milan – 222
16. Portuguesa – 194
17. Internazionale – 190
18. Barcelona – 187
19. Bayer Leverkusen – 182
20. Bayern Munique – 134
* Na pesquisa, não estão incluídos jogadores que foram convocados, mas não chegaram a entrar em campo.

sábado, 13 de março de 2010

\0/...CURTINHAS....\0/


Social Distortion em São Paulo
Os mestres do Prog Metal em São Paulo, Dream Theater, dia 19, no Credicard Hall
twitteiros queridos hj foi muito bom conseguimos nesses dias terminar 5 arranjos q faltavam Acho que vcs vão curtir. vai valer a espera. bjs (Marina Lima)
Dia 12/06 tem show dos Titãs no Castelinho em Franca (SP).
Iron Maiden relançando vídeos clássicos
Paralamas do Sucesso e Titãs se reúnem em Curitiba
Filme sobre a vida de Raul Seixas sai em abril

Adeus a Glauco


Glauco Villas Boas - * 1957 + 2010

Apesar do dia nascido com sol e calor no Estado de São PAulo, a atmosfera do dia é cinzenta, fria e totalmente sem graça. Na madrugada do dia 12/03/2010, o grande cartunista Glauco Villas Boas, o Glauco e seu filho, Raoni, foram assassinados em casa na grande São Paulo. As circunstâncias do assassinato estão confusas. Saiu notícia de roubo seguido de morte e assassinato em si, o fato é que o Brasil e o Mundo perdem uma grande referência no humor de quadrinhos.

Dono de um estilo próprio, Glauco ficou conhecido pelas suas tiras publicadas na Folha de São Paulo desde o início dos anos 1980. Glauco é pai de personagens como o Geraldão, Geraldinho, Casal Neuras e outros personagens muito difundidos entre milhares de pessoas no país.

Na minha tentativa de ser um cartunista e chargista, lá no início da minha profissão, Glauco era a referência, assim como Jean, Angeli e Laerte, os mestres que se uniram certa época para fazer a tira Los Tres Amigos..
Pois é, o Glauquito se fio… o legado do cara vai ficar com certeza e neste país de bosta, onde a violência não tem freios, Glauco e Raoni serão apenas mais duas vítimas…
Eu sou um grande previlegiado eu li as revistas chiclete com banana, li as revistas do Geraldão, eu foi um grande previlegiado, coitado daqueles que não poderão ver, rir e sentir tudo aquilo que senti na minha adolescência.
Obrigado Glauco pelas horas de extremo humor.
Obrigado por ter feito meu dia melhor, quando estava triste.
Obrigado Glauco por tudo.
Descansem em paz..

PINK FLOYD VENCE BATALHA CONTRA GRAVADORA


LONDRES (Reuters) - A banda britânica Pink Floyd venceu nesta quinta-feira uma batalha judicial contra a EMI, com uma decisão judicial que impede a gravadora de vender na Internet downloads de canções isoladas dos álbuns fundamentais do grupo.
O resultado da outra parte da disputa legal travada na Alta Corte de Londres, que diz respeito ao nível dos royalties pagos pela gravadora à banda, não estava claro, já que essa parte do julgamento foi realizada em sigilo, segundo a agência Press Association.
A decisão da corte representou o golpe mais recente sofrido pela EMI, a menor das quatro maiores gravadoras do mundo, que está procurando novo financiamento para conseguir saldar suas dívidas dentro dos prazos.

O Pink Floyd tem contrato com a gravadora há mais de 40 anos, e as vendas de seu catálogo só perdem até hoje para as do catálogo dos Beatles.
A banda, cujos álbuns incluem "The Dark Side of the Moon" e "The Wall", contestou o direito da EMI de "decompor" seus álbuns e vender faixas individuais online.
O juiz Andrew Morritt deferiu os argumentos apresentados pela banda, segundo os quais a EMI é contratualmente proibida de vender seus álbuns sob outra forma que não a de álbuns completos sem seu consentimento escrito.
O juiz disse que o objetivo dessa cláusula do contrato é "preservar a integridade artística dos álbuns".
O Pink Floyd alegou que a EMI tinha autorizado downloads dos álbuns e a utilização de partes de faixas como toques de celulares.

A gravadora afirmou que o contrato dizia respeito unicamente aos álbuns físicos e não a sua distribuição online.
A EMI conseguiu que a corte mantivesse em sigilo a parte do processo ligada aos royalties, por razões de "confidencialidade comercial".

Advogados disseram que foi a primeira vez em que uma disputa por royalties travada entre artistas e suas gravadoras foi mantida em sigilo, impedindo a mídia e o público de ter acesso às informações.
O juiz ordenou que a EMI pague as custas judiciais do Pink Floyd no processo, estimadas em 60 mil libras (90 mil dólares), e não autorizou a gravadora a recorrer da decisão.
(Reportagem de Mike Collett-White)

sexta-feira, 5 de março de 2010

FRASE DO DIA

“Otimista é o cara que se joga de um prédio de 100 andares e depois de cair 80 andares pensa: Até agora tudo bem!”

PIADEX



Aquele governador candidato à reeleição estava em seu escritório, quando a secretária avisa:
- Governador, tem um eleitor cego aqui fora querendo lhe ver.
E ele responde:
- Aí já é demais! Diz a ele que eu ainda não estou fazendo milagres!!!

Promotor de Justiça Faz Apologia a Tortura


O veterinário e advogado paulista Eduardo Roberto Alcântara Del-Campo, promotor do Ministério Público do Estado de São Paulo, acaba de parir um olente troçulho, travestido de artigo “jurídico-científico”. A peça encontra-se abrigada em um certo Jornal Carta Forense, periódico de circulação dirigida, com “textos que visam fortalecer o desenvolvimento intelecto-cultural de estudantes e jovens operadores do direito”.
Não queremos estragar seu dia. Por isso mesmo, sugerimos que você vá logo aos parágrafos finais do opúsculo.
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Admissibilidade da Tortura? Talvez
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O ser humano impõe tormentos ao seu semelhante, isto é um fato. Em maior ou menor grau, não há um único capítulo da história em que o suplício não possa ser encontrado, praticado por inúmeras formas e em nome dos mais variados ideais.
Derivado do latim tortura, a ação de torturar significa literalmente torcer, forçar ou, em sentido bastante amplo, infligir grande sofrimento físico ou moral a outrem.
Nessa linha de raciocínio, e tomando o vocábulo em seu sentido não técnico, torna-se fácil perceber que o ato de infligir deliberada e conscientemente sofrimento a outrem está presente em inúmeras atividades humanas, muitas das quais lícitas e moralmente justificáveis.
O médico, por exemplo, movido pelo juramento de preservar a vida a qualquer preço, tortura impiedosamente quando mantém, por meios artificiais, a vida de paciente terminal e desenganado que, em meio a dores excruciantes, implora que a natureza siga seu curso.
Os amantes podem se torturar em nome da liberdade pessoal e do princípio da adequação sexual. Basta ver o número de lojas especializadas e sites da Internet dedicados a práticas sadomasoquistas.
Os professores e pais torturam pupilos e filhos sob a intenção de educar.
Se essas são todas atividades lícitas e reconhecidas, falemos da ilegalidade.
Os criminosos torturam barbaramente suas vítimas quando sequestram, matam, estupram, ofendem, agridem e não são especificamente apenados pelo sofrimento infligido, salvo eventual majorante por meio cruel, presente em alguns poucos tipos penais.
Não é, portanto, a simples existência de um sofrimento humano imposto pelo semelhante ou a ilegalidade da conduta que definem a tortura repudiada. É preciso mais.
As Convenções internacionais contra a tortura, da ONU e da OEA, mencionam expressamente que a figura se dirige aos agentes públicos.
No Brasil, signatário dos diplomas internacionais, a Constituição Federal, no art. 5º, inc. XLIII, incluiu a tortura como crime inafiançável e insuscetível de graça ou anistia, equiparando a figura ao tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, ao terrorismo e aos definidos como crimes hediondos, deixando a definição para o legislador ordinário, que pouco inovou com a Lei 9.455/97.
Interessante verificar que, entre as críticas feitas ao diploma pátrio, a mais severa diz respeito ao fato de ter definido crime comum, e não próprio, como acenam as convenções e tratados internacionais.
Fica claro, destarte, que não é o sofrimento humano ou a ilegalidade que tornam a tortura desprezível, mas o seu uso sistemático pela máquina estatal, o seu caráter institucional. Essa posição é lógica e decorre de uma realidade histórica bem conhecida, ligada, sobretudo, aos regimes totalitários.
A aversão generalizada à tortura, aquilo que a torna talvez a mais desprezível de todas as atividades humanas se deve, assim, não apenas à barbárie que ela representa ou ao sentimento humanitário de solidariedade às vítimas, mas, e principalmente, ao fato de ter, ao longo da história, sido aplicada regularmente contra inocentes para garantir a perpetuação de uma ideologia, de uma pretensa supremacia racial, de um poder político ou eclesiástico.
Se, sob esse aspecto, torna-se impossível defender ou mesmo admitir, ainda que excepcionalmente a tortura, forçoso é reconhecer que nas últimas décadas, o mundo vem assistindo, perplexo, uma escalada de violência sem precedentes, cujo marco simbólico foi o atentado ao World Trade Center, que não apenas destruiu as torres mais altas de Manhattan, mas demonstrou que nenhuma nação está a salvo de um ataque covarde, sorrateiro, monstruoso e de dificílima ou quase impossível prevenção.
Chegamos a uma situação extrema em que o Estado encontra-se totalmente impotente para lidar com as ameaças externas e internas com as formas tradicionais de controle, o que, como bem aponta Habermas leva ao descrédito ou ao excesso.
Não se trata de defender ou buscar uma justificativa para a tortura, mas de reconhecer o limiar de uma realidade nova, inusitada e perigosa, que coloca em risco o próprio conceito de Estado de Direito e que pode reclamar uma revisão de nossos limites éticos.
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Três aspectos merecem consideração.
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Dissemos que o que torna a tortura desprezível é o seu caráter institucional (todas as demais formas são toleradas). Isso nem sempre é verdadeiro. Basta verificar que boa parte dos grandes críticos da tortura aceita, e eventualmente idolatra, conhecidos líderes totalitários com amplo histórico de desrespeito aos direitos humanos.
Como não é possível tachar alguns torturadores de inimigos da humanidade e outros de progressistas simplesmente porque apresentam viéz ideológico similar, verifica-se que a tortura é bem mais telerada do que se pensa e a questão é muito mais política do que ética.
Também não se trata de definir um modelo econômico para a tortura, uma simples relação entre o sofrimento imposto e a informação que se pretende obter, uma mera ponderação de custo/benefício (ticking-bomb argument), como definem e criticam Wisnewski e Emerick (The ethics of torture. New York: Continuum, 2009), mas o reconhecimento de uma situação nova e de que os mecanismos atualmente utilizados pelo Estado não são suficientes para impedir atentados terroristas.
Compreendendo o caráter único do terrorismo, que reclama respostas não convencionais, Jakobs asseverou: "Quem não presta segurança cognitiva suficiente de um comportamento pessoal, não só não pode esperar ser tratado ainda como pessoa, mas o Estado não deve tratá-lo como pessoa". (Direito Penal do Inimigo. Noções e críticas. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2005).
Em terceiro lugar, de se perquirir sobre a existência de algum direito ou garantia individual que possa sobrepor, incondicionalmente, o similar coletivo. Cremos que não.
Como ensina Alexandre de Moraes "os direitos humanos fundamentais, dentre eles os direitos e garantias individuais e coletivos consagrados no art. 5º da Constituição Federal, não podem ser utilizados como verdadeiro escudo protetivo da prática de atividade ilícitas..." e prossegue: "os direitos e garantias fundamentais consagrados pela Constituição Federal, portanto, não são ilimitados, uma vez que encontram seus limites nos demais direitos igualmente consagrados pela Carta Magna" (Direito Constitucional. São Paulo: Atlas, 2009, p. 33).
Fosse outro o entendimento, teríamos de enfrentar o paradoxo hipotético extremo de ter de sacrificar toda a humanidade para garantir o direito de silêncio ou a integridade de um único ser humano, o que não seria razoável nem lógico.
Até mesmo as Convenções internacionais mencionadas, depois de definir a tortura, excepcionam as dores, penas ou sofrimentos consequentes de sanções legítimas ou medidas legais, apontando para a legitimidade de medidas extremas em casos extremos.
Gostaria de deixar claro que em nenhum momento defendemos o uso da tortura, prática desprezível e que atenta, como nenhuma outra, contra a dignidade humana, até porque se trata de fato típico perante o ordenamento jurídico. Pretendemos, apenas, demonstrar, com a finalidade de propiciar o bom debate jurídico, que vivemos momentos que talvez reclamem soluções inovadoras e a revisão de nossos princípios e dogmas.
É preciso, como ensinaram Albert Schweitzer e Mahatma Gandhi, "lançar nosso olhar para a humanidade" e reverenciar a vida a qualquer custo. Fica, entretanto, a dúvida sobre se os que torturaram para impedir um ataque terrorista não estariam utilizando estas mesmas máximas, para impedir que prevaleçam os que nenhuma reverência tem pela vida de milhares de inocentes.
Brian Innes inicia sua "História da Tortura" com o seguinte questionamento: "A tortura é uma vil e mórbida invasão dos direitos e da dignidade individual, um crime contra a humanidade em relação ao qual não pode haver qualquer justificativa. Ou pode?" (The history of torture. New York: St. Martin's Press, 1998, p. 7).Os que estiverem no interior de uma aeronave sequestrada, ao lado de sua família, a caminho da morte, que respondam se desejam sacrificar suas vidas pelo direito à integridade física do terrorista. Todo o resto é hipocrisia e farisaísmo.

Para Senador negros são culpados pela escravidão no país


Durante audiência no realizada no dia 04/03/2010 no Supremo Tribunal Federal para discutir o sistema de cotas em universidades públicas, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) usou da palavra para destilar todo o seu profundo conhecimento sobre a história do Brasil. Quem ouviu seu discurso saiu com a impressão de que aprendeu várias coisas novas. Que os africanos eram os principais responsáveis pelo tráfico transatlântico de escravos. Que escravas negras não foram violentadas pelos patrões brancos, afinal de contas “isso se deu de forma muito mais consensual” e “levou o Brasil a ter hoje essa magnífica configuração social” de hoje. Que no dia seguinte à sua libertação, os escravos “eram cidadão como outro qualquer, com todos os direitos políticos e o mesmo grau de elegibilidade” – mesmo sem nenhuma política de inserção aplicada. Com tudo isso, o nobre senador deu a entender que os negros foram os reais culpados pela escravidão no Brasil. As frases (da qual retirei trechos que estão entre aspas) foram registradas pelos jornalistas Laura Capriglione e Lucas Ferraz, da Folha de S. Paulo.
A posição do senador é compreensível, se considerarmos que o discurso feito não foi um ataque à reserva de vagas para negros e afrodescendentes e sim uma defesa da elite política e econômica que controlou a escravidão no país e que, com algumas mudanças e adaptações, desembocou em setores do seu próprio partido.
Depois me perguntam por que a proposta que confisca terras de quem usou trabalho escravo está engavetada no Congresso Nacional…
Um comentário sobre o direito dos libertados exposto pelo senador: Em meados do século 19, com o fim do tráfico transatlântico de escravos, a propriedade legal sob seres humanos estava com os dias contados. Em questão de anos, centenas de milhares de pessoas estariam livres para ocupar terras virgens – que o país tinha de sobra – e produzir para si próprios em um sistema possivelmente de campesinato. Quem trabalharia para as fazendas? Como garantir mão-de-obra após a abolição?
Vislumbrando que, mantida a estrutura fundiária do país, o final da escravidão poderia representar um colapso dos grandes produtores rurais, o governo brasileiro criou meios para garantir que poucos mantivessem acesso aos meios de produção. A Lei de Terras foi aprovada poucas semanas após a extinção do tráfico de escravos, em 1850, e criou mecanismos para a regularização fundiária. As terras devolutas passaram para as mãos do Estado, que passaria a vendê-las e não doá-las como era feito até então.
O custo da terra começou a existir, mas não era significativo para os então fazendeiros, que dispunham de recursos para a ampliação de seus domínios. Porém, era o suficiente para deixar ex-escravos e pobres de fora do processo legal. Ou seja, mantinha a força de trabalho à disposição do serviço de quem tinha dinheiro e poder.
Com o trabalho cativo, a terra poderia estar à disposição para livre ocupação. Porém, com o trabalho livre, o acesso à terra precisava ser restringido. A existência de terras livres garante produtores independentes e dificulta a centralização do capital e da produção baseada na exploração do trabalho. Com o fim do tráfico e o livre mercado de trabalho despontando no horizonte, o governo brasileiro foi obrigado a tomar medidas para impedir o acesso à terra, mantendo a mão-de-obra reprimida e alijada de seus meios de produção.
O fim da escravidão não representou a melhoria na qualidade de vida de muitos trabalhadores, uma vez que o desenvolvimento de um número considerável de empreendimentos continuou a se alimentar de formas de exploração semelhantes ao período da escravidão como forma de possibilitar uma margem de lucro maior ao empreendimento ou mesmo lhe dar competitividade para a concorrência no mercado. Desde 1995, mais de 36 mil escravos contemporâneos foram libertados pelo governo de fazendas de gado, soja, cana…
Para além dos efeitos da Lei Áurea, que completa 122 anos em maio, trabalhadores rurais ainda vivem sob a ameaça do cativeiro. Mudaram-se os rótulos, ficaram as garrafas.
Mas, principalmente, o Brasil não foi capaz de garantir que os libertos fossem tratados com o respeito que seres humanos e cidadãos mereciam, no campo ou na cidade. Herança maldita presente na sociedade. E alimentada por discursos como o de Demóstenes Torres.
Fonte:http://blogdosakamoto.uol.com.br

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Feliz aniversário para Alan Clark, tecladista que tocou com Dire Straits, Bob Dylan e Eric Clapton. 58 anos!
Tá chegando, Focus em São Paulo, dia 9/3, no Carioca Club.
Aerosmith no Brasil, em maio!
Feliz aniversário para Chris Rea, vocalista/guitarrista, autor do sucesso The Road to Hell. 59 anos!!!

Morre Johnny Alf

O cantor, compositor e pianista carioca Johnny Alf morreu ontem, aos 80 anos, em Santo André, na Grande São Paulo, onde estava morando. Há mais de três anos, Alf vinha sofrendo com um câncer de próstata e seu estado de saúde agravou-se desde segunda-feira. O corpo deverá ser velado hoje na Assembleia Legislativa e o enterro será no cemitério do Morumbi, em São Paulo, cidade que adotou a partir da metade dos anos 1950.
Nascido Alfredo José da Silva, na Vila Isabel de Noel Rosa (1910-1937), no Rio de Janeiro, no dia 19 de maio de 1929, Johnny Alf se notabilizou por canções como "Eu e a Brisa", "Ilusão à Toa" e "Rapaz de Bem". Ele foi criado pela mãe e uma família que a contratou como empregada doméstica depois da morte do pai. Mais tarde, por volta dos 9 anos, uma amiga dessa família, Geni Borges, o estimulou a aprender piano clássico.
Os estudos de música erudita ("mais Chopin do que Debussy") tiveram pouca influência depois, como o próprio Alf afirmaria anos mais tarde. O que mais teve impacto sobre sua criação artística foram os filmes musicais norte-americanos que tinham trilhas sonoras assinadas por gente do porte de George Gershwin e Cole Porter. "Era o que me acendia aquela vontade interior de criar alguma coisa. Então, quando voltava do cinema sob aquele impacto, eu ia ao piano e fazia coisas com a influência do que tinha ouvido", disse.
Além do cinema musical, havia o jazz - e especialmente o trio do também pianista e cantor Nat King Cole o inspirou. Na música brasileira, os cantores Silvio Caldas, Orlando Silva e Dircinha Batista estavam entre seus prediletos. Ele também tocava Dorival Caymmi e sucessos do repertório de cantores requintados da época, como Lúcio Alves e Dick Farney. Dessa mistura de influências, surgiu o embrião da bossa nova que ele desbravou.
O ano de 1952 foi definitivo em sua carreira. Até então, Alf se revezava nas funções de cabo do Exército, durante o dia, e cantor de boate, à noite. Entre seus admiradores na plateia estavam cantores como Nora Ney e Dick Farney. Foi por intermédio deles que iniciou a carreira profissional como pianista na Cantina do César, casa noturna de propriedade do radialista César Alencar. Victor Freire contribuiu levando-o a conhecer a atriz e cantora Mary Gonçalves, que acabara de ser eleita a Rainha do Rádio daquele ano.
Foi assim que teve não apenas uma, mas quatro músicas suas gravadas pela primeira vez - "O Que É Amar", "Estamos Sós", "Escuta" e "Podem Falar" -, além de tocar piano no disco da cantora. A primeira gravação própria de Alf, Falseta, de sua autoria, saiu no lado B de um disco de 78RPM, que tinha De Cigarro em Cigarro (Luiz Bonfá) no lado A.
Cantor
Antes instrumentista, compositor e arquiteto brilhante de harmonias de movimentos surpreendentes, Alf também não tardou a impressionar como cantor, sendo pioneiro também no uso da voz como instrumento. Primeiro registro significativo de sua carreira de mais de 50 anos e poucos títulos, "Rapaz de Bem" é considerado por especialistas como o primeiro disco de bossa nova, estilo que só adotaria essa nomenclatura em 1958 com o clássico "Chega de Saudade" (Tom Jobim/Vinicius de Moraes) pela voz e o violão de João Gilberto.
A revolução silenciosa de Alf chegou ao grande público três anos antes, mas já tinha o aval de uma plateia privilegiada de shows desde 1953: os jovens bossa-novistas João Gilberto, Tom Jobim, Carlos Lyra e João Donato, entre outros, que o tinham como grande ídolo.
Morando em São Paulo desde 1954 - com uma recaída bissexta pelo Rio em 1962, quando formou um trio com o baixista Tião Neto e o baterista Edison Machado -, Alf só lançou o primeiro LP, "Rapaz de Bem", em 1961. Daí veio a consagração de outros de seus clássicos, "Ilusão à Toa" e "O Que É Amar", que se tornariam obrigatórios em todos os seus shows. Seu maior êxito foi "Eu e a Brisa", de 1967. Alf gravou apenas 13 álbuns em mais de 40 anos e fez seu último show em agosto de 2009 no Teatro do Sesi, em São Paulo, ao lado da amiga Alaíde Costa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte:Messenger

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

FRASE DO DIA

“Se você acha a sua esposa brava, espere até ela virar sogra.”

PIADEX


Dois bêbados entram no estacionamento e põem a boca no mundo:
- Fomos assaltados! Depenaram o carro!
- É mesmo, cara! Roubaram o rádio e o toca-fitas!
- É, e roubaram também o volante!
- Pô! Não deixaram nem o painel!
Chega o vigia do estacionamento:
- Ei, vocês dois ! Por que não sentam no banco da frente?

TODOS OS TRIBUNAIS DO PAÍS SERÃO OBRIGADOS A CRIAREM SUAS OUVIDORIAS...É O CNJ JOGANDO DURO


Os tribunais de todo o país terão que criar ouvidorias internas para atender às consultas, reclamações e propostas dos cidadãos comuns em relação ao Judiciário. A medida está na resolução proposta pelo conselheiro e ouvidor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), José Adonis Callou, aprovada por unanimidade na sessão plenária desta quarta-feira (24/02). Além de determinar a implantação do canal de comunicação com a sociedade nos tribunais, a resolução também especifica as atribuições da ouvidoria do CNJ. "A ouvidoria oferece respostas e esclarecimentos aos cidadãos. É um importante canal de comunicação da população com o Poder Judiciário", destacou o conselheiro.
A resolução, segundo Adonis Callou, estabelece critérios para a implantação e funcionamento das ouvidorias nos tribunais, como estrutura mínima, forma de composição e tempo de mandato dos magistrados indicados para a direção. O ouvidor deverá ser um magistrado escolhido pelo órgão especial ou tribunal pleno para o período mínimo de um ano, sendo permitida a recondução. Os tribunais terão 60 dias, a contar da data de publicação da resolução do CNJ no Diário Oficial da União, para implantar suas respectivas ouvidorias, com estrutura permanente e adequada ao atendimento das demandas do usuário.
Entre as atribuições das ouvidorias do CNJ e dos tribunais está a de receber informações, consultas, denúncias, críticas e elogios sobre as atividades do Judiciário, encaminhando as manifestações para os setores competentes e mantendo informados os autores da consulta sobre as providências tomadas. Também é competência das ouvidorias sugerir aos demais órgãos do tribunal ou do conselho a adoção de medidas administrativas para a melhoria das atividades desenvolvidas, com base nas informações, sugestões ou críticas recebidas. Elas devem ainda dar publicidade aos dados estatísticos sobre as manifestações recebidas e providências adotadas.
Integração - Pela resolução, todas as ouvidorias do Judiciário funcionarão de forma integrada com o CNJ, a partir de um sistema informatizado, que permitirá um intercâmbio de dados. "A rede permitirá uma intercomunicação rápida entre todas as ouvidorias, de maneira a prestar aos cidadãos as informações solicitadas de forma ágil", afirmou o ouvidor do CNJ. Criada em março de 2009, a ouvidoria do CNJ realiza uma média de 1.800 atendimentos por mês. Ela conta com um sistema direto de comunicação entre os setores internos do Conselho para agilizar a resposta aos usuários.
A proposta de resolução foi feita com base em um levantamento feito pelo conselheiro Adonis, que verificou que na maior parte dos tribunais as ouvidorias não contam com estrutura adequada de funcionamento, sendo que em algumas Cortes o serviço nem sequer existe. O conselheiro Felipe Locke Cavalcanti elogiou o trabalho de Adonis como ouvidor do CNJ, assim como a proposta de resolução, argumentando que consiste em uma "medida necessária", além de "uma política de transparência e abertura do Judiciário brasileiro".
MB/MM
Agência CNJ de Notícias

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Social Distortion em São Paulo, dia 17 de abril, na Via Funchal
Ray Davies, ex-The Kinks, prepara disco com participações especiais
KISS faz show exclusivo na Inglaterra
Focus, clássico grupo progressivo, em São Paulo, dia 9/3, no Carioca Club

Blaze Bayley é um artista injustiçado ?


Blaze Bayley certamente é um dos personagens mais controversos e intrigantes do heavy metal moderno. Sua passagem pelo Iron Maiden foi envolvida desde o início num oceano de polêmicas. O peso de assumir o posto de frontman de uma das maiores bandas da história, substituindo um mito da música pesada, associado ao momento pelo qual passavam o grupo e o metal como um todo, fizeram com que sua participação na Donzela sofresse com um nível altíssimo de exigência, que culminou numa avalanche de críticas, beirando a execração pública. Quando sua saída e o consequente retorno de Bruce Dickinson à banda britânica foram anunciados, muita gente recebeu a notícia como se testemunhasse uma intervenção divina. Na época, uma minoria se preocupou em saber o lado de Blaze ou seus planos para o futuro, reservando-se à maioria o direito de apenas festejar o sonhado retorno de Mr. Air Raid Siren e Adrian Smith à banda, o que sugeria que Bayley seria condenado ao esquecimento.
Bayley tornou-se sucesso de crítica e, normalmente, aqueles que se dispunham a dispensar um pouco de seu tempo para ouvir os trabalhos do inglês, ou ficavam boquiabertos com toda a qualidade do material ou pelo menos avaliavam de forma positiva o novo som. No entanto, havia alguma coisa que fazia com que a carreira do cantor não deslanchasse de vez. Não dava pra entender como discos tão bons não conseguiam uma repercussão maior. É fato que a passagem pelo Iron deu ao vocalista uma notoriedade que lhe permitiu atrair bons músicos, além do que um disco de um ex-membro do Iron Maiden tem para si uma atenção maior do que se fosse o trabalho de uma banda de notórios desconhecidos. Só que, se ter o posto de vocal do Maiden no currículo pode trazer suas vantagens, pode também trazer grandes desvantagens. E, no caso de Bayley, isso acabou por se tornar quase uma maldição. Muitas pessoas nem sabiam que Blaze Bayley tinha uma banda pós-Maiden e com álbuns já lançados. Outros se limitavam a pensar da seguinte forma: ‘Blaze? Aquele cara que quase afundou o Maiden? Tô fora’. Dessa forma, não se dava sequer uma chance ao trabalho que o vocalista tinha a apresentar.

Imerso em problemas pessoais, com empresários, gravadoras ou distribuidoras, trocas de integrantes em sua banda, problemas no agendamento de turnês e tudo o que se possa imaginar, além de ter uma visão muito peculiar sobre o modo de funcionamento da indústria, o vocalista acabou tomando atitudes drásticas. Rompeu com os membros da antiga banda, com empresários e com a gravadora, tomou para si as rédeas da coisa e passou a tomar decisões referentes a todos os aspectos de sua carreira. Foi atrás de músicos que estivessem interessados em formar uma banda, com objetivo de compor, gravar e fazer shows. Criou um selo próprio, tornando-se assim um artista independente. Rebatizou a banda de BLAZE BAYLEY, segundo suas palavras, para evitar que houvesse qualquer dúvida ou confusão sobre sua presença no grupo. Após tudo isso, recomeçou a carreira e o primeiro rebento dessa nova fase foi o álbum “The Man Who Would Not Die”.

Quem acompanhou Blaze em sua então nova empreitada foram os guitarristas Nico Bermudez e Jay Walsh, David Bermudez no baixo e Lawrence Paterson na bateria. O disco pode ser descrito de várias formas, pois representa um misto do que o cantor já havia feito em carreira solo, mas apresenta um som mais maduro, um heavy metal clássico e enérgico, que bebia na fonte de bandas como o JUDAS PRIEST e com melodias que carregavam influência do próprio Iron Maiden. Ao mesmo tempo, mostrava momentos claramente influenciados por uma sonoridade thrash, além de trazer escancaradas as características básicas de Bayley: um misto de melancolia e resignação, com algumas pitadas de raiva. Alguém pode se perguntar: poxa, mas uma mistureba dessas poderia resultar em algo que preste? Não apenas resultou em algo de qualidade, como resultou num dos melhores álbuns de heavy metal desses últimos anos. É aqui que alguns dos caros leitores poderão parar e pensar: ‘peraí, tudo bem, pode até ser um disco legalzinho, mas não exageremos’. Justamente por esse tipo de pensamento é que o disco está entrando numa discussão sobre trabalhos injustiçados, pois não é exagero nenhum colocar o material como um dos lançamentos de maior qualidade observados nesses tempos mais recentes. Óbvio que tudo sempre será uma mera questão de gosto pessoal de cada um, agora o que não se pode é achar um absurdo exaltar esse álbum.

ESTRELA ENGORDA PLANETA PARA DEVORÁ-LO


Ilustração do planeta WASP-12b, que deve ser totalmente consumido por sua estrela em 10 milhões de anos
Um planeta fora de nosso Sistema Solar, ou seja, um exoplaneta, está sendo "engordado" por sua estrela, que parece pronta para devorá-lo.
O WASP-12b é um planeta gigante gasoso que tem massa equivalente a 1,4 vezes a de Júpiter --o maior do sistema planetário em que fica a Terra.
No entanto, ele já foi inflado para um tamanho de aproximadamente 1,8 vezes o tamanho de Júpiter.
Shu-lin Li, do Instituto Kavli para Astronomia e Astrofísica em Beijing, China, e seus colegas, dizem que este fenômeno é causado pela gravidade da estrela.
A gravidade estelar agita o interior do planeta, gerando calor e expandindo seus gases. Com isso, o Wasp-12b em estado expandido mal consegue segurar sua atmosfera mais exterior.
Isto deve permitir que a estrela roube matéria do planeta, consumindo-a completamente em cerca de 10 milhões de anos, estima o grupo.
"Isto pode parecer um longo tempo, mas para astrônomos não é nada", diz Li. Como referência, a terra já tem uma história estimada em mais de 4,5 bilhões de anos.
O WASP-12b orbita sua estrela em um ciclo de 26 horas. O estudo a respeito foi publicado na revista "Nature".

FRASE DO DIA

Esse governo é mesmo letrado. Passou 10 anos tentando modificar o significado da palavra ‘escândalo’

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

SCORPIONS PASSARÁ PELO BRASIL NA SUA ÚLTIMA TURNÊ MUNDIAL

Redação Central, 23 fev (EFE).- O grupo alemão Scorpions incluirá o Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru na turnê mundial de despedida do público, depois de 45 anos de carreira.
Scorpions, que anunciou sua saída de cena aos fãs pelo seu site, publicará em 23 de março seu último álbum de estúdio, "Sting in the tail", e realizará uma viagem para percorrer os cinco continentes durante três anos.
No Brasil, o grupo pretende realizar quatro shows, entre os dias 16 e 22 de setembro de 2010. Recentemente, a banda fez uma viagem de 15 shows pela América Latina, incluindo o Rio de Janeiro.
Ao anunciar a despedida, o vocalista Klaus Meine expressou a intenção da banda de "dizer adeus em grande estilo" com "a mesma paixão" de quando começaram a carreira, em 1965.
Desde então, Scorpions vendeu mais de 100 milhões de discos e assinou sucessos como "Rock you like a hurricane" e a balada "Still loving you".
"A viagem de três anos pelos cinco continentes representa para nós um enorme desafio e é uma grande satisfação podermos fazer uma despedida junto de nossos fãs", afirmou o guitarrista do grupo, Matthias Jabs.

Os integrantes da banda Scorpions durante show em Riga, na Letônia

FRASE DO DIA

“O DEM levou na meia, o PT levou na cueca e o povo leva sempre no mesmo lugar.”

PIADEX

Um homem chega desesperado ao médico e pergunta:
— Doutor, por favor, seja sincero… O meu caso é grave?
— Não é muito não… Pegue a sua mão aí no chão e vamos até minha sala que eu vejo o que posso fazer!

Julgamento de casal Nardoni pode ser adiado


A defesa do casal Nardoni entrou com um recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta tarde para a retirada da acusação de fraude processual contra Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, acusados de matar a menina Isabella Nardoni, em março de 2008, em São Paulo. Na época do crime, a garota tinha 5 anos. A acusação foi feita ao casal por suspeita de que eles teriam limpado o apartamento após o crime. Eles aguardam o julgamento presos e afirmam ser inocentes.
O Supremo Tribunal Federal (STF) destacou que o pedido pode adiar a data do julgamento dos réus, marcado para o dia 22 de março no Fórum de Santana, na zona norte.
Isabella morreu ao ser atirada do 6º andar do prédio em que seu pai e a madrasta moravam, na Vila Mazzei, na zona norte da cidade. A menina morava com a mãe, Ana Carolina de Oliveira, e passava finais de semana com o pai e a madrasta.
Alexandre e Anna Carolina estão presos nas penitenciárias de Tremembé, no interior de São Paulo. Eles são acusados de homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima.

STJ aderiu ao twitter

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David Lee Roth: strippers, cocaína, maconha e Jack Daniel's


'Juntar-me a DAVID LEE ROTH nos bastidores depois de um show na turnê para promover o disco 'Skyscraper', o entretenimento personalizado foi um pouco mais interessante, um pouco mais... sacana, do que conversa, cervejas e Marlboros...'
Foi um dos maiores - talvez o maior – show de rock n ' roll que eu jamais tinha visto. Quase 20 anos depois eu ainda penso em um que tenha sido mais espetacular, ou que eu tenha curtido mais.

David Lee Roth tinha acabado de lançar seu segundo disco solo, 'Skyscraper', e agora ele estava excursionando pelos EUA para promovê-lo. Esse era o famoso show com o ringue de boxe que descia das esquadrias até a mesa de som no meio da plateia, enquanto Roth dançava nele e a banda mandava 'Panama'; o mesmo show que tinha a prancha voadora de surf com a fumaça saindo da rabeira e que então levava Diamond Dave de volta pro palco; e o show que tinha facilmente a melhor banda que Dave já montou depois do Van Halen – estrelando Steve Vai mostrando o que ele chamava de suas 'tapeçarias sônicas' em sua famosa guitarra vermelha de três braços em forma de coração.
Eu vi o show em vários lugares naquela turnê, de Los Angeles a Londres e no caminho de volta. Mas claro que não houve nenhuma vez como a primeira vez, que foi no Centrum Arena, de Worcester, Massachusetts, em maio de 1988. Ainda que sua carreira solo estivesse prestes a mergulhar de bico uma vez que Vai e depois o resto da banda saísse e seus álbuns parassem de vender, Roth estava então no ápice de seus poderes, não somente como um 'performer' ao vivo, mas como uma personalidade fora dos palcos também.
Depois do show, no camarim, eu sentei ao lado dele enquanto ele destrinchava sua refeição pós-show composta de lagosta e arroz. Eu notei que ninguém falava com ele enquanto ele comia. E assim, não querendo interromper sua refeição, a qual ele fazia como um lobo devorando sua recém-capturada presa, eu conversei amigavelmente com o tecladista Brett Tuggle, sentado do meu outro lado.

De repente, Dave levantou-se e, sem dizer uma palavra, caminhou pra fora da sala, batendo a porta bem alto atrás dele. Eu olhei curiosamente pra sua relações-públicas. Ela suspirou e disse: ”Dave está puto porque você não está prestando atenção a ele.”
“O quê? Você está brincando?”
“Não. É melhor tentarmos achá-lo.”
Eu a segui pra fora do camarim e pelo corredor até que saímos pela porta de outra sala. Música alta bombava lá de dentro. Música alta, vozes altas e o que pareciam gemidos de prazer.
Ela bateu na porta e entramos. Era a sala particular de Dave nos camarins. Ele estava com Vai e seu empresário, Pete, o som de música soul saindo de um radinho e uma "dançarina especial" se movimentando pela sala fazendo o lance dela.
Cabelos negros, pele escura, olhos grandes, brilhantes e castanhos, ela parecia mexicana, talvez, ou italiana. Seja lá de onde ela fosse, ela era uma das jovens mais bonitas que eu tinha visto na vida. Enquanto dançava ela lentamente começou a se despir. Roth me cutucou nas costelas e riu. Daí ele me passou uma garrafa de Jack Daniel's – a única bebida alcoólica permitida em qualquer lugar dos bastidores, além de cerveja.
Eu ri também e tomei um trago. A garota continuou dançando e tirando mais de suas roupas até que estivesse completamente nua. Todos nós batíamos palmas acompanhando a música à medida que ela continuava dançando. Roth me passou um baseado. Eu dei uns dois pegas. A moça nua então veio e sentou no meu colo e começou a se esfregar, empurrando seus seios firmes contra meu rosto e sua bunda marrom e firme contra minha virilha. O termo "lap dancing" ainda não tinha sido inventado, mas era isso o que eu estava recebendo – uma garota linda se contorcendo em mim como uma cobra enlouquecida, "dançando" em meu colo. Roth apenas ficou lá sentado, do meu lado e rindo ainda mais alto.
Quando a garota se levantou e começou a dançar no colo dele, ele me passou um pequeno frasco marrom cheio com um pó branco – cocaína. Eu dei umas duas cafungadas e depois mais umas duas. Parecia pra mim, que naquele exato momento, que isso era o mais próximo de paraíso rock n' roll que um jacu branco como eu conseguiria chegar nos anos 80. De fato, se a noite tivesse acabado ali, eu teria ficado mais do que feliz.
Ao invés disso, quando tudo acabou e a moça tinha posto suas roupas de volta e saído, Roth e eu ficamos sentados na sala conversando por outras oito horas direto, ainda bebericando das garrafas de Jack Daniel's e cocaína, ainda falando e contando piadas. Na prática, ele me deu a maior - certamente a mais longa - entrevista de rock que eu jamais participaria. Só um detalhe: ele não me deixou gravar nada dela.



“Isso não é pra ser publicado”, ele insistiu. “Isso é só conversa de homem, entende? Pra gente se conhecer. Daí, uma vez que a gente se entenda, podemos fazer uma entrevista amanhã à noite.”
Amanhã à noite? Não tinha me passado pela cabeça que realmente poderia haver uma noite seguinte.
Quando finalmente deixamos o local do show eram nove horas da manhã. Nós protegíamos nossos olhos como vampiros à medida que emergíamos de trás do prédio e pra dentro da luz do sol.

Quando voltamos ao hotel ele me convidou para sua suíte para uma 'saideira'. Normalmente eu teria topado aquilo. Não dessa vez. Eu estava muito desesperadamente precisando de meu caixão cheio de terra.
Naquela mesma noite, Roth tinha que fazer o segundo dos dois shows no Centrum. Assistindo ele do mesmo lugar que eu tinha na noite anterior, eu não pude detectar nenhuma queda nos níveis de energia. Ainda me sentindo como 'bosta requentada', eu me perguntava como é que ele conseguia.
Depois, no camarim, sentado ao lado dele de novo enquanto ele comia outra lagosta, eu perguntei a ele. “Merda, Dave,” eu disse, “como é que você consegue?”
“Ah, cara,” ele disse, entre garfadas.
“Você tem que se lembrar, eu tenho praticado muito.”

Fonte desta matéria (em inglês): Revista Classic Rock

sábado, 20 de fevereiro de 2010

FRASE DO DIA

A Escócia é o segundo maior produtor de whisky escocês do mundo. O primeiro é o Paraguai

PIADEX


Lula e Dilma enviaram um fax para o Governo do Líbano, solicitando uma doação para o programa Fome Zero.
No dia seguinte chegou, via fax, a resposta que dizia:
"BL... MD... V BB... 6... 2..."
Dilma não conseguiu decifrar e foi até Lula que, com seus profundos conhecimentos de gramática, analisou o documento e chegou a mais uma de suas magníficas conclusões:
*BL = Beleza,
*MD = Mandei depositar
*V BB = Via Banco do Brasil
*6... 2... = US$ 62.000.000,00 (sessenta e dois milhões)!!!!
Verificou-se a existência da tal conta no BB e nada foi encontrado.
Ordenou-se então que procurassem em todos os bancos BB:
Banco Bradesco, Banco de Boston, etc... Nada!
Foi então que alguém sugeriu que chamassem o Samirzinho, um funcionário do terceiro escalão do Planalto, descendente de libaneses.
Samirzinho olhou para o documento:
"BL... MD... V BB... 6... 2..." ; em menos de 30 segundos traduziu:
"Brezidente Lula... Ministra Dilma...Vai Buda Bariu... Seis Dois!!"

Entrevista do novo baterista dos Titãs, MARIO FABRE para o FÃ-CLUBE TITÃS CUIABÁ


FC: Como você conheceu os Titãs? E como surgiu o convite pra entrar na banda?
FABRE: Fiz uma audição e fui escolhido.

FC: É inevitável que alguns fãs comparem você ao Charles. Como encara isso?
FABRE: Muito sadio, pois sou fã do Charles.

FC: Você é baterista de blues. Já se adaptou ao som dos Titãs?
FABRE: Eu sou baterista. Fiz vários trabalhos de Blues, mas o Rock, é onde eu mais atuo. Por isso, me adaptei muito fácil.

FC: Pretende ficar nos Titãs até o fim?
FABRE: Sim.

FC: Finalizando, o que os fãs dos Titãs podem esperar de "Mario Fabre"?
FABRE: Shows incríveis e muito Rock'n Roll.


FC: Obrigado Mario, o Fã-clube Titãs Cuiabá deseja boa sorte a você nos Titãs.
FABRE: Obrigado pelos votos e grande abraço!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

30 ANOS SEM BON SCOTT



Quando se chegou ao final de 1980, uma inevitável constatação pairou no ar... Aquele certamente foi um dos anos mais difíceis e traumáticos para a história do rock. John Lennon tinha sido assassinado em dezembro, John Bonham se foi em setembro, Ian Curtis em maio, e no dia 19 de fevereiro daquele ano foi a vez de Bon Scott partir rumo a sua estrada para o inferno...

1980, no dia 27, o AC/DC se apresentou em Southampton, finalizando assim a turnê de promoção do álbum "Highway To Hell", o primeiro grande sucesso de vendas do grupo no mundo todo, inclusive na América. No começo do mês de fevereiro, Bon apareceu em um dos três shows do UFO no Hammersmith Odeon, para bater um papo, tomar umas e rever os amigos Pete Way e Phil Mogg. O que era para ser um mero e casual “encontro de backstage” acabou se transformando numa festa da pesada, e para o pessoal do UFO, nessa altura do campeonato isso significava uma festa regada a heroína, e teoricamente, Bon também teria participado dessa festa naquela noite.
Nos dias seguintes, mesmo com o término da tour, o AC/DC ainda tinha algumas obrigações contratuais envolvendo a promoção de seu disco mais recente em programas de TV. A primeira delas foi uma aparição do famoso Top Of The Pops, onde tocaram “Touch Too Much”. A segunda aconteceu em Madrid, na Espanha, onde participaram do programa Aplauso tocando três faixas: “Beating Around The Bush”, Girls Got Rhythm” e “Highway To Hell”. Na manhã seguinte dessa gravação, a banda ainda participou de uma entrevista coletiva à imprensa espanhola.
No dia 13 de fevereiro, Bon estava feliz e de volta a Londres. Naquele dia, de folga, ele passou num estúdio para dar um alô aos amigos franceses do Trust, que estavam gravando seu novo álbum, "Repression". Bon estava inclusive dando uma força aos amigos e traduzindo algumas letras da banda para o inglês, visando um futuro lançamento na Inglaterra. No estúdio, a banda convidou Bon para gravar com eles uma nova versão de “Ride On”, que ele fez prontamente e com muito prazer. Essa seria sua última gravação...
Um fã recentemente perguntou para Angus Young algo do tipo: “Se Bon voltasse para a Terra para matar um tempo, que sons do AC/DC você tocaria para ele?”. Angus respondeu: “Antes de tudo eu iria perguntar, ‘como é o menu no inferno?’ (risos). Pois certamente seria isso que ele me perguntaria se estivesse no meu lugar. Mas eu tocaria ‘Back In Black’ e ‘Black Ice’ e tenho certeza que ele adoraria ambas. Ele certamente voltaria fazendo uma coisa muito louca (risos)... Temos muitas saudades de Bon até hoje. É raro na vida você se deparar com alguém com tamanha personalidade e carisma, e quando isso acontece, essa pessoa estará pra sempre contigo, seja em suas lembranças ou em suas atitudes...”.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

QUEM É CHARLES PEDER ?

eu sou aquele que:
nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma covardia!
Não, são todos o Ideal, se os ouço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos.
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza...

como sobreviver sendo apenas eu, ímpar?

PIADEX